Tenho sede, saudade e direito de recordar minha mininice (2 anos) pelas ruas de Nova Lisboa (actual Canchungo).
Tenho tido sonhos, de como atravassei o rio, dentro da barcaça, apinhada de carros e camions...nesses meus dois anos, misturado talves com a realidade actual, onde as ôstras e o camarão estão presentes.
Que raio de estupidez estou para aqui dizendo? è verdade que poderão pensar isso mesmo. Mas é o que consigo lembrar desses sonhos e dessa realidade.
Recordo da avenida larga, que vai da rotunda, que passava perto do depósito da água, (mesmo na porta onde meu pai fazia o comercio, tambem antigo armazem do povo, actual casa particular), limpa, iluminada, ajardinada ... e segura.
Ai, Canchundo, Canchungo, como te deixei, e como te foi encontrar... abandonada e desesperada, sem identidade e destino visivel. . .
... contarei meus sonhos quando me sentir preparado.
domingo, 4 de março de 2012
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